7 de julho de 2008

FLIP 2

Alessandro Baricco é um escritor bem pragmático. Quando questionado sobre a utilidade da literatura, disparou que é a de fazer escritores felizes. Encontrei o Carlos Rosa, do meiotom e da Dulcinéia Catadora, que, junto com sua esposa Lúcia, vendia os belos livros artesanais do projeto. Fernando Vallejo tentou polemizar ao revelar que nunca leu Machado de Assis, mas foi em vão, o público não se importou (talvez a maioria ali também jamais tenha lido nada do escritor carioca). Contardo Calligaris, com sua elegância habitual, narrou os jantares com Lacan. Ingo Schulze tentava falar alemão com quem lhe pedia autógrafos - às vezes sorria quando conseguia se comunicar em seu idioma. Neil Gaiman, cuja obra desconheço completamente, autografou durante mais de cinco horas. Maitê Proença, agora escritora, atraía tietes para o bar onde bebericava alguma coisa.

Um comentário:

Edgar disse...

Amigo Whisner,

Estamos aqui em uma conferência da ALAMI, Ênio, Dimas, Luciano & eu. Acabamos de ler seus comentários sobre a FLIP, como sou mais ligado à cultura pop gostaria muito de ter assistido a conferência de Neil Gaiman. Mas pelos seus comentários gerais foi um grande encontro muito proveitoso!

Saudações acadêmicas dos 4 cavaleiros do apocalipse aqui reunidos.

Abraço,

Edgar Franco